segunda-feira, 10 de julho de 2017
FALCATRUAS
A divulgação da prova de português para os alunos do 12º ano, em audio no facebook foi um escândalo
Recorrentemente assistimos a factos semelhantes.
Mas,sinais dos tempos, houve neste acto algo mais moderno e mais democrático na medida que a "fuga" de informação esteve disponível para mais candidatos à prova.
Nos idos anos cinquenta do século passado, estudei afincadamente para o exame do antigo 5º ano, num mês de Julho escaldante, tive de prestar provas no Liceu Camões de fato ( terno) completo e gravata como mandava a lei.
Desejoso de ir de férias gozar as praias do Atlântico, rezei ( apesar de não ter tido educação religiosa) para dispensar das provas orais.
Corri logo de manhã para ver as pautas no dia aprazado.
Qual não foi o meu espanto e admiração que não só não obtive as classificações necessárias para dispensar das provas orais como o pior aluno do colégio tinha dispensado ás duas secções Letras e Ciências. Foi de tal maneira escandaloso que o Director e os Professores do colégio não puderam esconder as suspeitas de grossa trafulhice.
Nunca chegámos a saber como se processou a troca de provas mas na realidade o aluno não podia arriscar a ida às provas orais e assim cortou-se o mal pela raiz. Tudo ficou abafado nas paredes do colégio. Vivíamos na paz podre do Estado Novo e o MEDO de falar era muito.
Claro que este menino nunca mais estudou mas o pai que era rico conseguiu que este não fizesse o serviço militar como soldado.
Perdi de vista este colega, fomos por caminhos diferentes, mas desconfio que deve ter ficado isento do serviço militar.
Aquando do meu regresso no 25 de Abril soube que ele tinha uma lista de elementos subversivos e o meu nome constava dessa lista
quarta-feira, 28 de junho de 2017
Ils sont fous ces Suisses!
Veio me à memória de tanto se
falar em fogos e bombeiros esta história da minha juventude.
Vivíamos, eu e a Teresa, há cerca
de um ano, em Lausana (cantão suíço do Vaud), quando recebemos um aviso para
pagar 25 FS para um impôt non pompier.
Vinte e cinco Francos suiços era
uma soma elevada para o nosso orçamento e iria fazer falta. A título de exemplo, no restaurante universitário, se
não me falha a memória, comia-se por 3 Francos suíços.
Claro que a nossa primeira reação
era não pagar. Mas resolvemos informar-nos junto dos nossos conterrâneos que
estavam nestas paragens alpinas há mais tempo.
Aí contaram-nos a história do Germano
Ferreira da Costa.
Para quem não o conheceu o
Ferreira da Costa, estudante em Coimbra, foi um dos protagonistas* da célebre
fuga das mãos de 2 agentes da PIDE que o prenderam na estação ferroviária da
Cidade, agora do conhecimento. Libertou-se das mãos dos agentes, com um safanão
e num salto atravessou a linha quando se cruzavam 2 comboios, o que os agentes da dita não
arriscaram e assim o nosso amigo foi terminar o curso de Medicina em Lausana.
Voltando à nossa história.
Conta-se que ele foi à corporação dos bombeiros da cidade perguntar porque é
que devia pagar esse imposto. Foi lhe dito que ficava isento se se inscrevesse
na corporação dos homens da paz.
Teimoso como ele era inscreveu-se,
mas parece que não aguentou mais de três sábados seguidos de treinos como
sapador alpino e passou a pagar o dito imposto.
Não quero com este meu texto dar
ideias ao governo para pagarmos mais uma taxa ou taxinha. Fica só esta
história.
*O outro fugitivo foi Silva Marques, à época militante do PCP
Para quem queira aprofundar o
tema siga este link: http://www.vd.ch/fileadmin/user_upload/organisation/dfin/aci/fichiers_pdf/Instructions_Etablissement_des_CS_Pompiers_2013.pdf
segunda-feira, 26 de junho de 2017
Regresso
Com um pedido de desculpas aos meus seguidores, regresso ao meu blogue, após um interregno de três anos. Foi o tempo que durou o meu trabalho na Ordem dos Médicos, como Presidente do Conselho Regional do Sul.
Muito e bom trabalho foi feito pela excelente equipa da direcção que tive a honra e o prazer de presidir. Foram bons momentos.
Porém, três anos não foram suficientes para mudar a estrutura anquilosada da Ordem.
Quando iniciamos eram inúmeras as queixas diárias de médicos por falta de atendimento telefónico, a passagem de certidões e cédulas emitidas por intermédio do Banco Santander Totta demoravam meses. Tudo isto resolvemos. Quando saímos as queixas dos médicos baixaram para Zero e as cédulas começaram a ser emitidas por funcionários da Ordem, dispensando a parceria com o Banco.
Foram realizados inúmeros colóquios, debates, exposições e concertos.
Cito, apenas uma reunião pelo seu significado, sobre os cuidados de saúde primários em conjunto com a Secção do Sul da Ordem dos Enfermeiros ( direcção anterior). Nunca a Ordem dos Médicos tinha tido uma realização conjunta com a Ordem dos Enfermeiros.
Porém, três anos não são suficientes para mudar uma estrutura anquilosada como a da Ordem.
Muito mais foi feito.
Claro que uma equipa predominantemente de esquerda não agradou à maioria de médicos da direita e extrema direita e assim a nossa "geringonça" foi derrotada nas últimas eleições.
Para os nossos opositores, aprendizes de Maquiavel - os fins justificam os meios- ,valeu tudo até a mentira, como se diz agora a pós-verdade, e a traição oportunista.
Terminei o discurso da nossa tomada de posse com uma citação premonitória de Cícero: " Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma"
Para aqueles que estiverem interessados em verem o nosso site de campanha podem vereste link
http://www.aprofundaramudanca.pt/programa-eleitoral
Ordem dos médicos no Porto
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
DISCURSO DE TOMADA DE POSSE DE PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DO SUL
DIA 7 DE JANEIRO TOMARAM POSSE OS ÓRGÃOS REGIONAIS ELEITOS, EM 12 DE DEZEMBRO DE 2013, DO CONSELHO REGIONAL DO SUL DA ORDEM DOS MÉDICOS
PUBLICO AQUI NA INTEGRA O MEU DISCURSO
PUBLICO AQUI NA INTEGRA O MEU DISCURSO
Caros Colegas e
amigos,
Um dos privilégios
da aposentação, muitas vezes referido, é o de poder dizer o que se pensa sem
arriscar o seu lugar ou a sua promoção.
Esta equipa, que
hoje toma posse adoptou assim o principio da clareza e transparência que John
Stuart Mill resumiu nesta frase: “ Não se podem prevenir nem curar os males da
sociedade, assim como as doenças do corpo, sem falar claramente”.
Este é um dos
nossos compromissos para os próximos três anos.
A Medicina sofreu
grandes transformações no final do seculo XX, com avanços tecnológicos que
permitiram diagnósticos mais precisos, com um indiscutível beneficio para os
doentes, atrevo-me a dizer mesmo custo/benefício. Nunca aderi à ideia feita que
o avanço tecnológico seria o responsável do encarecimento da medicina.
Podemos argumentar
que os progressos poderão até reduzir os custos: por exemplo, os aparelhos de diálise aperfeiçoaram-se necessitando de menos vigilância dos técnicos e de
manutenção; a operação dispendiosa de bypasses coronários deu lugar à dilatação
percutânea, intervenção realizada em ambulatório; a cirurgia laparoscópica
reduziu de uma forma impressionante a duração da hospitalização, etc…etc…,não
esquecendo todos os programas de prevenção implantados no terreno que permitem
uma estabilização dos custos.
O facto é que os
custos na saúde aumentam em flecha. Será devido ao aumento dos salários dos
médicos e dos outros trabalhadores da saúde? Certamente não, porque eles, salvo
raríssimas excepções, têm vindo a diminuir os seus proveitos nos últimos dez a quinze anos.
Um sector que contribuiu
para o aumento dos custos foi a plêiade de gestores espalhados pelos hospitais
e centros de saúde que ironicamente foi concebido para fazer diminuir as
despesas.
A tutela e as
diversas formas de gestão têm tido poucos resultados porque, como já referi em
vários artigos publicados na revista da Ordem, as reformas necessárias da saúde
têm o centro num binómio tão velho como a MEDICINA: A relação Médico-Doente. Sem
a participação activa destes dois actores nada resultará.
No nosso programa de
candidatura afirmámos que um dos reversos da medalha dos avanços tecnológicos
foi o aparecimento de inúmeras especialidades e subespecialidades, só na nossa
Ordem existem mais de 40, o que levou à fragmentação dos conhecimentos e que tem
originado o aumento dos custos médicos, com duplicação de exames, entre outros,
e em nada melhorou o tratamento dos doentes.
Estamos na época
pós-industrial e os nossos hospitais continuam como as grandes instituições
fabris do passado que actualmente com a revolução informática estão a ser substituídas
por pequenas empresas em rede.
Assim, torna-se
imperioso equacionar uma nova organização do trabalho médico em equipas
multidisciplinares e de transdisciplinaridade, como entendeu Piaget, e uma nova
governação hospitalar e enterrar para sempre as ideias organizacionais de
Taylor.
Infelizmente, hoje
assistimos a um retrocesso das ciências humanas o que levou os médicos a
prosseguirem numa visão alopática afastando-se da visão holística da medicina
centrada no doente e nas suas necessidades e não na doença.
A economia suplantou todas as ciências sociais
mas sem grande sucesso. Imaginem se a Medicina negasse hoje todos os
conhecimentos transmitidos pelos nossos Mestres, realizasse experiências
humanas, se enganasse e depois pedisse simplesmente desculpa.
Já foi dito que
isto de economistas há para todos os gostos, e eu também tenho os meus
preferidos que não são como devem imaginar os da escola de Chicago.
Daniel Cohen,
economista e autor do livro o Homo economicus, no essencial diz que o
capitalismo se apoia sobre duas instituições com lógicas muito diferentes: os
mercados e as empresas, os primeiros para organizar a competição, e os segundos
a cooperação. A rotura que o capitalismo financeiro introduziu desde os anos 80
foi de impor uma lógica de mercado nas empresas. Os prémios, os bónus, muitas
vezes individualizados, criaram uma nova relação de trabalho. A consequência foi
que a competição progride e a cooperação recua. Eu direi: o individualismo e o
isolamento instalam-se nas nossas sociedades.
Cito Cohen quando
se refere ao que ele considera os grandes pólos da sociedade pós-industrial, a
educação e a saúde, diz: - “ Quando se
experimenta dar incentivos financeiros aos professores e aos médicos, por
exemplo em função dos seus resultados, depressa caminhamos para catástrofes
pedagógicas ou sanitárias”.
A Ordem dos Médicos
como parte integrante do SNS e do sistema de saúde deve ter um papel
fundamental em todo o planeamento e desenvolvimento da política de saúde.
Entretanto, o
momento sócio-político que vivemos impõe-nos a urgência de pôr em equação os
problemas actuais da classe médica e esclarecê-los tanto quanto possível no espírito de todos e, em especial de certos médicos com responsabilidade governamental, porquanto adoptam opiniões bastante inadequadas aos novos tempos, factores importantes da desagregação profissional facultando aos especuladores o maior aviltamento da classe.
O nosso compromisso
é com os nossos colegas, com o Presidente da Ordem, com os Conselhos Regionais
e com as distritais para cumprir o programa de ação proposto e votado para o
triénio 2014 -2016. A nossa atitude irá ser de frontalidade, clareza e
transparência. Para isso as reuniões do maior Conselho Regional do país, o Sul,
serão abertas e publicitaremos as suas decisões.
Vamos trabalhar
· na defesa do Serviço Nacional de Saúde
constitucional, obra dos médicos portugueses, um dos sistemas menos
dispendiosos e o mais efectivo garante da equidade, identificando e intervindo
nos múltiplos factores determinantes da má saúde e da doença.
· Na garantia da qualidade da medicina praticada no nosso país.
· Na formação médica pós-graduada
e formação contínua em colaboração estreita com os colégios da especialidade.
Sem desprezar a formação pré-graduada, em colaboração íntima com os directores das Faculdades de Medicina para a melhoria do ensino e a introdução de áreas
das ciências humanas, preparando o jovem para a prática clínica e a melhoria do
contacto com os doentes.
A
célebre frase atribuída a Abel Salazar de “que quem só sabe medicina nem
medicina sabe” foi teorizada oficialmente por dois investigadores da New School of Social Research de Nova Iorque, Commer-Kidd e Castano, que em
artigo publicado na revista Science
mostraram os resultados da sua investigação em psicologia experimental, onde chegaram
à conclusão que os leitores de obras de ficção têm maior capacidade de
compreender os estados mentais de outrem, melhorando assim a relação
médico-doente. Não quero com isto propor aos estudantes de medicina que a par
da Anatomia leiam os sete volumes de Proust, “Em busca do Tempo Perdido”. Mas a Ordem tem aqui um papel
fundamental.
· Comprometemo-nos na
defesa das carreiras médicas como um dos suportes da qualidade, da efectividade
e da eficiência da prestação dos cuidados médicos e a garantia da realização
profissional.
· A Defesa da Medicina
Liberal, a chamada medicina de consultório, dignificando a sua missão de
assistência à comunidade.
Não posso finalizar
a minha intervenção, sem dizer algumas palavras sobre a metodologia utilizada
na revisão dos estatutos da Ordem. O que aconteceu foi o exemplo daquilo que não se deve fazer, se o objectivo for
aproximar os médicos da Ordem.
Como já escrevi
detalhadamente no boletim da Ordem, foi nomeada pelo Bastonário uma comissão para
a revisão dos estatutos constituída por 15 médicos, à qual tive a honra de
presidir.
A nossa proposta de
estatutos representou mais de mil horas de trabalho voluntário e foi entregue
ao Sr. Bastonário em tempo útil, Fevereiro de 2012. A metodologia que
pensávamos seguir era a sua apresentação e discussão em todas as secções
distritais afim de uma maior participação activa dos médicos.
Para espanto nosso,
passado um ano, em Fevereiro de 2013, foi entregue ao Senhor Ministro da Saúde
uma proposta de estatutos saída da CNE sem se quer ter sido dado um esclarecimento
a esta comissão.
Desta forma não
podemos desejar a vinda de novos estatutos que tanto nós como quase a totalidade
dos médicos desconhece na totalidade o seu conteúdo.
Situações como esta
afastam os médicos da Ordem e contribuem para o aumento da abstenção e o
desinteresse cresça no seio dos médicos.
Sei que a vontade
do Bastonário é abrir as portas da Ordem a todos os médicos no sentido de uma
democracia participativa. Pode contar com a nossa equipa!
Connosco pode estar
certo que nenhum médico ficará à porta da sede da Ordem e que iremos criar
várias comissões de trabalho para estudar os vários temas que se colocam hoje
aos médicos e à saúde.
Agradeço toda a
colaboração prestada pelo Prof. Dr. Pereira Coelho e pelo
Dr. Iglésias na passagem das pastas do Conselho Regional do Sul.
Aos funcionários da
Ordem, peço a vossa ajuda para levar à prática o nosso programa para o próximo
triénio, na defesa da causa da medicina e da saúde dos portugueses.
Termino
com uma frase de Cícero, proferida no ano 42 a.c. : - “ Uma nação pode
sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição
gerada dentro de si mesma.”

domingo, 15 de dezembro de 2013
ABÍLIO
ABÍLIO, HOJE É O TEU ANIVERSÁRIO. COMO GOSTARIAS DE SABER QUE O TEU IRMÃO FOI ELEITO PARA PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DO SUL DA ORDEM DOS MÉDICOS.
Tanta água correu desde esta notícia do jornal de 1 de Agosto de 1974, quando vocês transformaram a vetusta Ordem dos Médicos em Sindicato. Muitas das transformações e da recuperação da Ordem pelos "Srs Doutores " tu ainda assististe em vida.
Mas também viste a construção do Serviço Nacional de Saúde e das Carreiras Médicas sempre com a oposição da direita, encabeçada pelo Gentil Martins. Direita que depois o abandonou à sua sorte. Ainda recordo uma das tuas celebres frases que te davam tanto gozo e a quem as escutava, nas tertúlias de café: -" O Gentil é o Vasco Gonçalves da Direita Médica." Lembras-te que eles tinham medo da socialização da medicina e da proletarização dos médicos e ironia do destino está a acontecer devido à privatização da saúde e da destruição da classe média pelo capitalismo financeiro.
Sabes que já quase destruíram o SNS, os Hospitais Públicos, as Carreiras Médicas e praticamente todo o Estado Social. Como é que podes saber, se não assististe ao renascimento do liberalismo e à traição dos socialistas com a famosa terceira via, nem ao crack financeiro mundial que começou nos Estados Unidos.
Imagina que este governo de direita, abro um parêntesis: Sabes quem é o primeiro ministro? É o Passos Coelho aquele puto da JSD, casado com uma das Doces, que tu me pediste para ver a filha que nasceu no Hospital Particular, fecho o parêntesis, baixou os salários dos trabalhadores e retirou dinheiro aos pensionistas. Aquela nossa ideia do trabalho gratificante para todos, de pôr ao serviço do Homem as novas tecnologias, reduzir os horários de trabalho para podermos ter mais horas de lazer e de fruição da beleza e do ambiente, já quase ninguém fala e tornou-se um sonho distante.
A nossa geração teve muitas alegrias mas à custa de muito suor e lágrimas, o fascismo, a guerra, o exílio e agora este capitalismo financeiro selvagem.
Selvagem porque utiliza a lei da selva, o mais forte esmaga o mais fraco.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
ELEIÇÕES PARA A ORDEM DOS MÉDICOS
Ontem, dia 12 de Dezembro de 2013, decorreu a votação para os órgãos de direcção da Ordem dos Médicos.
Os resultados definitivos foram conhecidos cerca das 2 da madrugada. A lista A encabeçada por mim ganhou com uma diferença de mais de 200 votos em relação à lista adversária. Assim, sou o novo Presidente do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos. o conselho com maior concentração de médicos do país, cerca de vinte mil.
A lista A, encabeçada por Carlos Silva Santos, concorreu e ganhou também na Distrital da Lisboa-Cidade, a maior distrital do país.
Apenas perdemos, por uma diferença de 12 votos, na lista C candidata à Distrital da Grande Lisboa, encabeçada pelo Dr. Ramon de La Féria.
Incongruências das regras do Conselho Nacional Executivo obrigou-nos nesta Distrital a trocar a letra A pela C, apesar de todos os esforços de esclarecimento muitos votantes não perceberam que era a lista por nós apoiada.
A defesa do Serviço Nacional de Saúde, da Medicina e da Saúde da População é o nosso compromisso para com os médicos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




